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Hidrelétrica de Santo Antônio | Energia em 2012

O dia mal começou e milhares de trabalhadores já estão a todo vapor na imensa cratera aberta para a construção da Hidrelétrica de Santo Antônio - a primeira do Complexo do Rio Madeira. Até às 16 horas, quando encerram o expediente, uma longa lista de tarefas terá de ser cumprida por eles. Alguns pilotam caminhões e máquinas ultramodernas. Outros passam o dia como um “homem aranha”, pendurado em ferros e barras de concreto. Enquanto descansam para repetir a mesma rotina no dia seguinte, uma outra turma continua o trabalho das 18 horas às 2 horas da madrugada. Esse ritmo acelerado já garantiu um recorde na construção da usina. Em apenas 18 meses, quase 30% das obras civis da hidrelétrica já estão concluídas e 5,58% da montagem. Nesse compasso, a usina estará gerando seus primeiros megawatts (MW) de energia já no fim do ano que vem. Quando concluída, terá capacidade de 3.150 MW, energia suficiente para abastecer 10 milhões de residências. Até lá, no entanto, serão necessários remover mais 7,7 milhões de metros cúbicos (m³) de rocha e 17,4 milhões de m³ de terra. Para isso, o Consórcio Construtor de Santo Antônio, comandado pela Odebrecht, promove três desmontes diários. O gerente administrativo e financeiro da Odebrecht, Antônio Cardilli, conta que todo esse trabalho apenas foi possível com uma enorme preparação da empresa, que iniciou, em 2001, os estudos de viabilidade das usinas do Rio Madeira. Em 2007, o consórcio formado pela construtora arrematou a Hidrelétrica de Santo Antônio, mas deixou escapar a segunda usina, Jirau, para o grupo formado pela rival Camargo Corrêa.

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Origem Nextrans | Perfex 1970

R$12,6 bilhões por ano | Malha rodoviária

Seriam necessários investimentos de R$ 12,6 bilhões por ano ao longo de uma década, sem interrupção, para que o Brasil tivesse uma malha rodoviária considerada satisfatória. O cálculo é da Abdib (associação de indústrias de base), que considera que o país precisa ampliar as concessões para o setor privado. O país tem cerca de 12 mil km de estradas com potencial para concessões que poderiam ser recuperadas em prazo de 30 meses, segundo o vice-presidente-executivo da Abdib, Ralph Terra.

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Hidrelétrica Nova Canaã do Norte

O prefeito de Nova Canaã do Norte, Luiz Cesar de Castro, o Luizão, fala com muita alegria da mais importante obra a ser construída no município, a usina hidrelétrica, Ele avalia que com o inicio das obras o município vai se transformar em um grande potencial econômico da região Norte, uma vez que, a base da estrutura física ficará instalada em Nova Canaã do Norte, proporcionando uma fonte de renda e de geração de emprego. O entusiasmo do prefeito aumentou logo depois que a ANEEL- Agência Nacional de Energia Elétrica- aprovou para o próximo dia 30 o leilão para a construção da usina. Com base nos estudos apresentados, o Prefeito Luizão estima que serão geradas mais de 2500 vagas de trabalho durante a construção. “Com certeza a chegada desta grande obra vai trazer mais desenvolvimento ao município, tendo em vista a geração de emprego. E, posteriormente, aumento significativo da arrecadação, que vai possibilitar maiores investimentos na saúde, educação, transporte e melhorar a qualidade de vida da nossa gente”, analisa ele. A diretoria colegiada da ANEEL aprovou, no último dia 29, o edital do 10º leilão de energia elétrica proveniente de novos empreendimentos de geração, denominado “A-5″, e o respectivo modelo dos Contratos de Comercialização de Energia Elétrica no Ambiente Regulado (CCEAR).

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Logística | Um desafio holístico

O homem está vivendo em um mundo globalizado, onde, praticamente toda a população está dependendo de tecnologias. Está idéia pode parecer que a vida não é tão movimentada, mas ao se pensar que tudo que o homem faz, está cercado de dados, de maquinas, de informações, então esta proposta não é irrelevante. Assim pode-se considerar que no mundo globalizado onde os negócios são dominados pela tecnologia denota-se a modernização, a otimização dos processos e a inovação tecnológica pode-se considerar que o maior capital das empresas são as pessoas, ou melhor, as empresas são as pessoas. Em termos das necessidades dos produtos e atividades empresariais isto se traduz em como tornar o local tanto necessário e global quanto possível. Compreende-se assim que as pessoas são a principal razão da existência de uma empresa, mas, estas pessoas devem estar capacitadas. Daí existe a necessidade da capacitação, graduação e também a educação continuada para que as missões de uma empresa possam ser cumpridas. Moura (2007) complementa que a globalização da economia fez com que a logística deixasse de ser mais um departamento isolado dentro da empresa, tornando-se assim, um desafio holístico. As alternativas de sistemas adaptados para satisfazer as necessidades específicas são introduzidas na base de conceitos de cooperação e parceria. Além disso, também é um indicativo de que a logística desempenha um importante papel. Baixos custos de transportes e fluxos eficientes de informações também são fatores essenciais de influência.

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Portos e terminais | US$30 bilhões em investimentos

A construção do Porto do Sudeste, que começa hoje em Itaguaí (RJ), ajuda, mas o País precisa de muitos outros projetos para acompanhar o crescimento econômico. Projeções da Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP) e outros especialistas apontam uma necessidade de US$ 30 bilhões em investimentos em portos e terminais nos próximos cinco anos. O governo, por sua vez, estima uma carteira de projetos da iniciativa privada de US$ 18 bilhões para o setor. Outros US$ 4 bilhões (com dólar cotado a R$ 1,80) devem partir do governo via Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Com base nos investimentos previstos, o governo descarta a iminência de um apagão portuário. Em entrevista ao iG, o ministro da Secretaria Especial de Portos, Pedro Brito, antecipa alguns projetos públicos que ampliarão a capacidade nos portos nos próximos anos. Um dos mais importantes é a triplicação da movimentação de cargas no Porto de Santos, o maior da América Latina. Segundo Brito, a capacidade de transporte atual de 83 milhões de toneladas passará para 232 milhões de toneladas em 2024. O total de contêineres, neste período, aumentará de 3 milhões para 10 milhões. Em 2015, o porto deve ter capacidade para movimentar 6 milhões de contêineres a partir dos investimentos de R$ 1,5 bilhão previstos para os próximos 4 anos.

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Investimento | Recorde de dez anos

Puxado pelo setor de infraestrutura, o investimento das empresas brasileiras não só superou o ritmo do período anterior à crise como bateu o recorde de dez anos, quando se leva em conta o primeiro trimestre do ano. Levantamento da empresa de dados financeiros Serasa Experian mostra que, no primeiro trimestre de 2010, o investimento representou 8,3% do faturamento líquido de um grupo de 500 empresas cujas demonstrações contábeis foram analisadas. Nos três primeiros meses de 2008, o número era menor, de 7,7%. O aumento do investimento reflete o bom desempenho da economia, com crescimento de 9% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período de 2009, e a confiança dos empresários na expansão do consumo.

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Nextrans | Garantir transferencia de conhecimento

Quem (órgãos, empresas, etc.) deve solucionar de vez os problemas existentes neste segmento? De que maneira? Sugira soluções.

Acreditamos que os problemas devem ser solucionados pelas empresas transportadoras. As entidades de classe tem papel importante na organização das demandas por reformas e a Nextrans faz parte de algumas destas entidades. Entendemos que as legislações existem para serem cumpridas e questionadas em ambientes e situações específicas e apropriadas. As soluções para os problemas no segmento de transporte pesado passa por conscientização da responsabilidade dos embarcadores, na abertura das normas do TRC para os embarcadores (clientes) pra que estas empresas tenham pleno conhecimento dos riscos envolvidos em tráfego fora das especificações definidas. Este papel de transferir conhecimento e informações sobre o TRC para as empresas embarcadoras deve ser realizado pelas empresas transportadoras que são e estão comprometidas com esta legislação. A solução passa necessariamente pelo caminho do conhecimento e da informação. Fazemos o máximo possível para garantir esta transferencia de conhecimento.

Antonio Silveira

Brasil entre os países líderes na construção naval mundial

Nos últimos dez anos, o Brasil viu sua indústria naval ressurgir. Puxada principalmente pelo setor petrolífero - impulsionado pelas descobertas no pré-sal - e também pela decisão do governo de impulsionar o transporte marítimo e fluvial, a recuperação deste mercado fez com que os empregos diretos gerados na área pulassem de 1,9 mil em 2000 para 46,5 mil em 2009. Em 2014, os postos de trabalho diretos na área devem chegar a 60 mil e os indiretos, a 240 mil. Este contingente de mão-de-obra seria suficiente para lotar três estádios como o Maracanã. Esta constatação faz parte do relatório “Cenário 2010 – 1º Trimestre”. A análise foi realizado pela Sinaval (Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore). Segundo o levantamento, a continuidade deste crescimento deverá recolocar o Brasil entre os países líderes na construção naval mundial. Pedro Britto, ministro da SEP (Secretaria Especial dos Portos), prevê que, em pouco tempo, o Brasil deverá disputar mercados com potências asiáticas que hoje dominam a construção naval, tanto de navios quanto de plataformas.

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Nextrans | Com muita responsabilidade

Como a empresa faz para driblar estas dificuldades?

Como eu disse, com planejamento adequado, com gerenciamento de risco e com muita responsabilidade.

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